quarta-feira, outubro 16, 2013

Filo Porifera

Acredita-se que os primeiros animais que surgiram na face da Terra tenham sido os poríferos. Várias são as hipóteses sobre a origem dos animais. Uma das mais aceitas propõe que eles teriam derivado de protistas flagelados coloniais, dando origem primeiramente à linhagem dos parazoários (sub-reino Parazoa), representada pelos poríferos, e depois à linhagem dos eumetazoários.
As esponjas são animais sem simetria ou comsimetria radiadadiploblásticosacelomados esem cavidade digestiva.
Todas as esponjas são fixas na fase adulta e coloniais, vivendo em meio aquático (água doce ou salgada), geralmente da linha da maré baixa até profundidades que atingem os 5500 metros. Crescem sempre aderidas a substratos imersos, como madeira, conchas, rochas, etc. Muitas apresentam um aspecto quase vegetal (tendo sido consideradas plantas durante muitos séculos), embora possam ser brilhantemente coloridas. 
 
A sua natureza animal apenas foi reconhecida em 1765 mas a sua posição sistemática permaneceu incerta até 1857.
A simplicidade da estrutura das esponjas é tal que, se forem trituradas e passadas por uma peneira, de modo a separar as suas células, estas poderão reagrupar-se e formar novamente uma esponja, em tudo semelhante á original. As células do corpo das esponjas apresentam mesmo um certo grau de independência, sem coordenação por células nervosas. 
Não apresentam, portanto, tecidos verdadeiros, nem sistemas de órgãos. Outro aspecto intrigante da biologia das esponjas é o fato de serem os únicos animais cuja abertura principal do corpo é exalante. No entanto, a maioria das esponjas reage ao toque, especialmente em volta da sua abertura principal, embora os estímulos sejam conduzidos lentamente, provavelmente célula a célula.
As esponjas são organismos imóveis, mas capazes de movimentar a água em seu redor. As partículas alimentares em suspensão penetram no corpo da esponja através de poros microscópicos – poros inalantes - na sua parede lateral e a água filtrada é retirada através de uma abertura maior – ósculo – na zona oposta á base. Em certas espécies, o ósculo pode ser lentamente fechado. O ósculo encontra-se quase sempre acima do resto do corpo do animal, uma adaptação importante, pois evita a recirculação de água á qual já foram retirados alimento e oxigênio e adicionados resíduos.
 

A parede do corpo das esponjas delimita uma cavidade central, o átrio ou espongiocélio. Em certas esponjas mais complexas não existe apenas uma cavidade central, mas um labirinto de canais e câmaras cobertas de células flageladas – câmaras vibráteis. A respiração e a excreção são feitas diretamente por difusão com o meio aquático, pelo que as esponjas não suportam águas estagnadas. 

     

A parede do corpo das esponjas é formada por diversos tipos de células, sustentadas por elementos esqueléticos de vários tipos:
  • Pinacócitos – células achatadas de revestimento da parte externa, formando uma espécie de epiderme designada pinacoderme (embora não seja um verdadeiro tecido);

  • Coanócitos– células flageladas com uma expansão membranosa em forma de colarinho,  que revestem o espongiocélio e outras câmaras vibráteis internas das esponjas. O movimento dos seus flagelos cria a corrente de água que traz nutrientes e gases. Os nutrientes são filtrados pelo “colarinho” da célula, que não é uma estrutura sólida, mas antes um conjunto de pequenos bastonetes erectos e separados por espaços. Qualquer partícula orgânica ou microrganismo plantônico aprisionado no colarinho é encaminhado para baixo, em direção ao corpo celular e endocitado, ocorrendo uma digestão intracelular, em vacúolos digestivos. Posteriormente os nutrientes são difundidos para a mesogleia ou célula a célula.

  • Amebócitos– células livres de vários tipos que se deslocam por movimentos amebóides, presentes no mesênquima ou mesogleia (substância gelatinosa localizada entre as camadas de pinacócitos e coanócitos) e que são responsáveis pelo crescimento e capacidade de regeneração, pois podem originar todos os restantes tipos de célula (exceto os coanócitos) e produzir as espículas do esqueleto. Estas células podem, ainda, transferir os nutrientes presentes na mesogleia para as restantes células e retirar os produtos de excreção para o espongiocélio. São, ainda, responsáveis pela formação dos gametas;

  • Porócitos– células dotadas de um poro central, designado poro inalante, que as atravessa de lado a lado. Localizam-se a espaços regulares na parede do corpo da esponja, sendo através delas que a água penetra no espongiocélio. Estas microscópicas aberturas podem ser reguladas pelo animal.
       

classe anfibia

Como ler uma caixa taxonómicaAnfíbios
Ocorrência: devónico superior–presente
O
S
D
C
P
T
J
K
N
Rana lessonae
Rana lessonae
Classificação científica
Domínio:Eukariota
Reino:Animalia
Subreino:Metazoa
Filo:Chordata
Subfilo:Vertebrata
Infrafilo:Gnathostomata
Superclasse:Tetrapoda
Classe:Amphibia
Sub-classes
Os anfíbios (latim científicoAmphibia) constituem uma classe de animais vertebrados,pecilotérmicos que não possuem bolsa amniótica agrupados na classe Amphibia. A característica mais marcante dos seres vivos da classe é o seu ciclo de vida dividido em duas fases: uma aquática e outra terrestre, apesar de haver exceções. Estão identificadas cerca de seis mil espécies vivas de anfíbios cadastradas no Amphibian Species of the World1 .
Muitos pesquisadores acreditam que os anfíbios são indicadores ecológicos e nas últimas décadas tem havido um declínio das populações de anfíbios ao redor do globo. Muitas espécies estão ameaçadas ou extintas.
Os anfíbios evoluíram no Período Devoniano e eram os principais predadores dos períodosCarbonífero e Permiano, mas muitas linhagens foram exterminadas durante a extinção do Permiano-Triássico. Um grupo, o metoposauridae, continuou um importante predador durante a Triássico, mas devido provávelmente ao fato de o mundo ter se tornado mais seco durante o Jurássico Inferior, estes foram extintos, assim como a maioria dosTemnospondyli, como o Koolasuchus, e as ordens modernas de lissanfíbios.

Características gerais[editar]

A análise de um ser da classe dos anfíbios exige a divisão de seu ciclo vital, devido a diferenças morfofisiológicas entre a fase aquática e a terrestre (adulta).
Quando jovens, a maioria das espécies de anfíbios vivem exclusivamente em ambiente aquático dulcícola, e sua estrutura corpórea é semelhante a de um alevino, realizando respiração branquial. A fase jovem, também conhecida como larval, é determinada do nascimento até a metamorfose do anfíbio, que lhe permitirá sair do ambiente aquático e fazer parte do ambiente terrestre. As larvas possuem cauda e até mesmo linha lateral como os peixes.2
Já adultos, a dependência da água dos anfíbios jovens é superada parcialmente, e após a metamorfose, a maioria das espécies, pode deixar a água e viver em habitat terrestre. Apesar de pulmonados, os representantes dessa classe possuem uma superfície alveolarmuito pequena, incapaz de suprir toda a demanda gasosa do animal. Portanto, como complemento à respiração pulmonar, os anfíbios realizam a respiração cutânea (trocas de gases através da pele), e para tanto possuem a pele bastante vascularizada e sempreumedecida.
A circulação nos anfíbios é dita fechada (o sangue sempre permanece em vasos), dupla (há o circuito corpóreo e o circuito pulmonar) e incompleta (já que há mistura do sangue venoso e artérial no coração). O coração do anfíbio apresenta apenas três cavidades: doisátrios, nos quais há chegada de sangue ao coração; e um ventrículo, no qual o sangue é direcionado ao pulmão ou ao corpo do animal.
O seu sistema excretor apresenta rins mesonéfricos que são ligados por ureteres à bexiga, que por sua vez está ligada à cloaca. Quando no estado larval o produto de sua excreção é a amônia, porém no estado adulto excretam uréia. Quanto a locomoção, os membros da ordem Anura são, em sua maioria, saltadores, as salamandras [Caudata] caminham e as cobras-cegas [Gymnophiona] arrastam-se por contrações musculares. Na água são nadadores, sendo que quando na fase larval utilizam a cauda e quando adultas, as rãs utilizam as patas, que possuem membranas interdigitais. As pererecas apresentam discos adesivos nos dedos, equivocadamente definidos como ventosas.
sistema nervoso dos anfíbios tem como principal órgão o encéfalo. Apresentam boa visão, com exceção das cobras-cegas, e tato em toda superfície corporal. O seu sistema olfativo apresenta narinas e os órgãos de Jacobson, no teto da cavidade nasal. Em sua língua se encontram botões gustativos.
Alguns anfíbios podem ser venenosos, sendo que alguns deles estão inclusive entre os animais mais venenosos. Os sapos possuem uma glândula parotóide que produz veneno, e muitas glândulas pequenas espalhadas por toda superfície do corpo, produtoras de muco e veneno. Entretanto, este veneno da glândula paratóide é eliminado apenas quando tal glândula é apertada. O manuseamento de anfíbios é normalmente seguro, desde que o veneno não entre na circulação sanguínea através de ferimentos ou mucosa. Deve-se por isso lavar as mãos depois do contato com os animais.

Origem evolutiva[editar]

Salamandra salamandra
Os anfíbios surgiram há cerca de 350 milhões de anos, no Devoniano, e foram os primeiros animais vertebrados terrestres. No Carbónico foram o grupo dominante. Estudos de fósseis sugerem que o grupo teria evoluído a partir dos peixes pulmonados de nadadeira lobada, tal como o Tiktaalik e servido de ancestral para os répteis, além de serem os primeiros vertebrados em habitat terrestre. Em relação aos peixes (seus antecessores) os anfíbios possuem menor dependência da água, contudo ainda não representam seres verdadeiramente terrestres, tendo a necessidade de viver em locais úmidos mesmo quando adultos.3

Classificação[editar]

O termo Amphibia, como era utilizado na sistemática clássica, tinha status de classe e abrangia todos os tetrápodes que estivessem entre os peixes e os répteis. Romer (1966) subdividia essa classe em três subclasses:4
Entretanto, parte das características utilizadas para a definição desses grupos eram primitivas, ou seja, simplesiomorfias.

Todos os anfíbios atuais pertencem a subclasse Lissamphibia que está dividida em três ordens:
    • Ordem Urodela (Caudata): tetrápodes com cauda e aspecto de lagarto. Ex.: Salamandras.
    • Ordem Anura: corpos curtos sem cauda. São tetrápodes com adaptação para o salto, a maioria apresenta metamorfose completa, mas alguns já saem dos ovos com a forma adulta, não apresentando metamorfose. Ex.:sapos, pererecas e rãs.
    • Ordem Gymnophiona (Apoda): anfíbios sem patas. Ex.: ¹Cobras-cegas.
¹Não confundir com Amphisbaenia, Typhlopidae e Leptotyphlopidae, que são répteis sem patas(ou com patas atrofiadas) conhecidos popularmente como "cobras-cegas" também.

Anatomia e fisiologia[editar]

Sistema respiratório[editar]

No estágio da vida aquática, quando são larvas, os anfíbios respiram por brânquias, como os peixes. Quando adultos, vivem em ambiente terrestre e realizam a respiração pulmonar. Como os seus pulmões são simples e têm pouca superfície de contato para as trocas gasosas, a respiração pulmonar é pouco eficiente, sendo importante a respiração cutânea - processo de trocas de gases com o meio ambiente através da pele. A pele deve, necessariamente, estar úmida, pois os gases não se difundem em superfícies secas. As paredes finas das células superficiais da pele permitem a passagem do oxigênio para o sangue. A pele dos anfíbios é bem vascularizada, isto é, com muitos vasos sanguíneos.

Reprodução[editar]

Gymnophiona no zoológico de San Antonio, Texas
Os anfíbios apresentam 29 modos reprodutivos distintos, sendo superados em diversidade de modos reprodutivos apenas pelos peixes.
No modo mais comum, a reprodução dos anfíbios está ligada à água doce, e ocorre nos Anuros sexuadamente por fecundação externa (excetuando-se por duas espécies de rãs norte-americanas do gênero Ascaphus), na qual a fêmea libera óvulos (ainda não fecundados) envoltos em uma massa gelatinosa e o macho então lança seus gâmetassobre eles para que ocorra a fecundação. Os ovos formados ficarão em ambiente aquático lêntico (lagoslagoas e represas) até o nascimento do girino, que captura seu alimento no meio ambiente. Nos Gymnophiona e nos Urodela, a fecundação é realizada internamente. No caso das salamandras (Urodela), o macho encontra a fêmea e inicia um comportamento de cortejo parecido com uma dança, quando o macho deixa no substrato uma cápsula (o espermatóforo) que carrega os gametas masculinos. Com os movimentos do cortejo, o macho induz a fêmea a se colocar sobre o espermatóforo, que então fecunda os óvulos da fêmea internamente à esta.
Nos Anuros, formas mais especializadas de reprodução incluem: girinos que possuem saco vitelínico, ovos colocados sobre a vegetação a vários metros do chão, ovos embebidos no dorso de fêmeas exclusivamente aquáticas, ovos carregados no dorso de machos ou de fêmeas até o nascimento dos girinos, girinos se desenvolvendo no interior do estômago das fêmeas, desenvolvimento direto, ovoviviparidade e viviparidade, entre outros. O desenvolvimento directo ocorre, por exemplo, no género Eleutherodactylus5
Como estão protegidos pela água, os ovos de anfíbios não possuem anexos embrionários adaptativos como o alantóide, sendo essa uma das características que difere a classe dos outros vertebrados terrestres.

Outras Características[editar]

Os anfíbios atuais são descendentes dos primeiros vertebrados a iniciarem a saída das águas, provavelmente com um menor número de adaptações morfológicas do que os outros tetrápodes (sendo estes os répteis, as aves e os mamíferos), e um compensatório, porém diferente, número (e formas) de adaptações fisiológicas.

Ver também[editar]

Referências

  1. Ir para cima Research. Espécies de anfíbios no mundo (em en). Página visitada em 16 de fevereiro de 2012.
  2. Ir para cima USP. Anfíbios. Página visitada em 16 de fevereiro de 2012.
  3. Ir para cima Instituto Rã-bugio. Anfíbios. Página visitada em 16 de fevereiro de 2012.
  4. Ir para cima Portal São Francisco. Classe Anfíbia, Anfíbios, Classificação, Tipos, Forma Classe Anfíbia. Página visitada em 16 de fevereiro de 2012.
  5. Ir para cima Townsend, D. S., and M. M. Stewart. 1985. Direct Development in Eleutherodactylus coqui (Anura: Leptodactylidae): A Staging Table. Copeia 1985:423-436.

Ligações externas[editar]

super classe tetrapoda

Os tetrápodes (Tetrapoda) constituem uma superclasse de vertebrados terrestres, possuidores de quatro membros.
Em relação aos mamíferos, usa-se este termo (ou a expressão vulgar "quadrúpedes") para designar os animais que apoiam os 4 membros no solo, ao deslocarem-se, em contraposição aos animais que normalmente apoiam apenas dois, como o homem, e que são chamados bípedes. Os tetrápodes são descendentes de peixes de nadadeiras lobadas, os Sarcopterygii. Todos os animais que descendem deles são considerados tetrápodes, pois possuem 4 membros. As serpentes, apesar de não possuírem membros são tetrápodes, pois seus membros sofreram um processo denominado regressão e foram perdidos, mas como pertencem ao grupo dos Lepidossauros, são descendentes de um ancestral Tetrapoda. Note-se no entanto que existe uma nuance de significado entretetrápode (do grego) e quadrúpede (do latim), com o mesmo significado etimológico. O conceito de tetrápode inclui todas as aves (as asas são membros), enquanto que quadrúpede neste caso não se aplica (as asas não são "patas"). Note-se ainda que embora os seres humanos possam em teoria deslocar-se sobre quatro membros, eles estão adaptados à marcha bípede dado que as pernas são razoavelmente mais longas que os braços. No entanto os seres humanos são considerados tetrápodes.

terça-feira, outubro 08, 2013

ORAÇÕES DIARIAS

Oração ao Espírito Santo
"Vinde, Espírito Santo, Santificador Todo-Poderoso, Deus de Amor, que inundastes de graça a Virgem Maria, que maravilhosamente transformastes os corações dos apóstolos, que dotastes os mártires com uma coragem milagrosa, vinde e santificai-nos. Iluminai nossas mentes, fortalecei nossas vontades, purificai nossas consciências, retificai nossas decisões, abrasai nossos corações e livrai-nos do infortúnio de resistir às vossas inspirações. Amém."
Oração a São Miguel e aos nossos Anjos Guardiães 
"São Miguel Arcanjo, defendei-nos na batalha. Sede nossa salvaguarda contra as maldades e armadilhas do demônio. Que Deus o repreenda, nós humildemente Vos pedimos, e vós, príncipe das milícias celestes, pelo poder de Deus, lançai no inferno Satanás e todos os outros espíritos malignos que andam pelo mundo procurando a ruína das almas. Amém."
"Anjo de Deus, meu querido guardião, a quem o amor de Deus me confiou, esteja hoje e sempre ao meu lado para me iluminar e guardar, governar e guiar. Amém."
Ato de consagração ao Coração de Jesus e
Imaculado Coração de Maria. 
"Senhor Jesus, Pastor-Chefe do Rebanho, eu me consagro ao vosso Sacratíssimo Coração. Do vosso coração traspassado a Igreja nasceu, a Igreja que Vós me chamaste, como membro dos Associados dos Pastores de Cristo, a servir de maneira muito especial. Vós revelastes o Vosso Coração como símbolo do Vosso Amor em todo os aspectos, incluindo o Vosso Amor especialíssimo por mim, que Vós escolhestes como Vosso companheiro neste trabalho importante. Ajude-me sempre a vos amar em retorno. Ajude-me a dar-me inteiramente a Vós. Ajude-me sempre a dar minha vida pelo amor a Deus e ao próximo. Coração de Jesus, eu coloco a minha confiança em Vós".
"Querida e Bendita Virgem Maria, eu me consagro ao Vosso Coração Imaculado e Maternal, este Coração que é um símbolo de Vossa vida de Amor. Vós sóis a Mãe do meu Salvador. Vós sóis também, minha Mãe. Vós me amais com um Amor especial como membro dos Associados dos Pastores de Cristo, um movimento criado pelo Vosso Filho como poderoso instrumento de renovação da Igreja e do mundo. Em retorno de Amor, eu me dou inteiramente ao Vosso Amor e proteção maternais. Vós seguistes Jesus perfeitamente. Vós sóis a sua primeira e mais perfeita discípula. Ensinai-me a Vós imitar neste revestir-se de Cristo. Sede minha intercessora materna, através do Vosso Coração Imaculado, para que eu possa ser conduzido a uma união sempre mais intima com o coração traspassado de Jesus, o Pastor-Chefe do Rebanho."



Offerta da manhã 
(para Associados de Pastores de Cristo)
Meu Pai querido, eu Vos ofereço neste dia todas as minhas orações, trabalhos, alegrias e sofrimentos, cada respiração e batida do coração, todas as minhas ações, em união com Jesus no Santo Sacrifício da Missa através de todo o mundo, no Espírito Santo. Eu peço ao Espírito Santo que permaneça comigo cada segundo deste dia, iluminando-me para que faça a Vontade do Pai e que me inunde com o fogo do amor de Deus.
Eu peço a Jesus e Maria para serem um comigo em tudo que faço e que eu me una a todos os anjos, santos e almas do purgatório para rezarem continuamente ao Pai, nesta oração, pelas intercessões deste dia.
Por mim mesmo eu peço pela graça da abundância de graças, para conhecer e amar a Deus cada vez mais e fazer a Vontade do Pai. Eu peço ao Espírito Santo para me transformar no coração de Maria para ser cada vez mais parecido com Jesus. Eu rezo para que eu possa morar para sempre nos Corações de Jesus e Maria. Eu rezo por todos aqueles que amo e que necessitam de conversão. Eu peço por cada membro da minha família para que sejam inundados com vossas graças copiosas para que possam crescer no conhecimento e amor de Deus.
Eu rezo por todos os meus amigos para que possam receber graças abundantes para levar avante o grande plano do Pai, para que eles possam crescer sempre mais próximos do Coração de Jesus através do Coração de Maria, para que todos eles possam se conduzidos pelo Espírito Santo para realizar a sua obra, para que juntos possamos levar avante o plano que o Pai tem para nós, ou seja, de espalhar o amor do Sagrado Coração de Jesus e do Coração de Maria por todo o mundo.
Jesus, eu rezo por mim mesmo para que o Espírito Santo venha sobre mim e abra o meu coração ao Seu amor a fim de que possa crescer sempre mais profundamente em união Convosco. Eu rezo para que eu não me preocupe com que as pessoas pensam mas tente sempre fazer o que agrada ao Pai e realizar a sua Vontade. Eu rezo para que eu possa conduzir muitos ao Teu ardente amor.
Eu rezo pelas seguintes pessoas em particular para que eles sejam inundados polo Espírito e cresçam sempre mais em união Convosco, a fim de que possam receber graças abundantes para conhecer, amar e servir Vos sempre mais. (Incluir amigos especiais por nome...)
Eu rezo pelos sacerdotes do mundo inteiro, pelo sucesso do Boletim Informativo do Clero, os Capítulos e os fundos necessários para este Boletim Informativo. Eu rezo pela circulação das mensagens do Livro Azul (Blue Book), meditações do rosário e fitas. Eu rezo por todos que estão involvidos na publicação destas mensagens.
Eu rezo para que Vós derrameis Vossas graças abundantes sobre os sacerdotes que lêem o Boletim Informativo, as pessoas que lêem e ouvem as mensagens do Livro Azul e as Meditações do Rosário e de todas as publicações do Padre Carter.
Nós rezamos pelas intenções que estão no fundo de nossos corações pelas nossas famílias, amigos e por todos aqueles que nos pedem orações .Nós rezamos pelas crianças do mundo inteiro e pelas almas do purgatório. Nós pedimos a Deus que derrame suas graças abundantes sobre nós e nos membros do Capítulo dos Pastores de Cristo a fim de que possam crescer sempre mais no conhecimento e amor de Deus.
Nós nos consagramos aos Corações de Jesus e Maria. Nós rezamos pelo Padre Carter, pelo Padre Smith, pela Rita Ring, por João Weickert e por todos os líderes e auxiliares do Movimento Pastores de Cristo, pelos Ministérios dos Pastores de Cristo e pelo Ministério de Nossa Senhora da Luz. Nós rezamos por todos que trabalham nestes ministérios.
Nós nos comprometemos, juntamente com nossas crianças e nossos amigos ao Imaculado Coração de Maria. Nós nos colocamos, bem como a todos que encontramos sob a proteção do Preciso Sangue de Jesus, a fim de que sejamos protegidos do maldito. Nós pedimos a São Miguel que lance o demônio no inferno.

Nós Vos amamos, Deus, nós Vos amamos, nós Vos amamos. .Nós Vos suplicamos a graça de Vos amar sempre mais profundamente .Nós Vos adoramos, nós Vos louvamos, nossos amados Pai, Filho e Espírito Santo.